[estou postando hoje por dois motivos: queria contar essa história pra alguém, e porque eu só vou poder postar no dia 29 de fevereiro novamente daqui a quatro anos!]
É incrível como as coisas mais surreais tendem a acontecer na minha presença. Na verdade não tããão surreais quanto as que acontece com a Cafê ou a Niqui, mas surreais mesmo assim. Essa semana estou saindo da facu e voltando sozinha pra casa porque teve dias que meu irmão não teve aula ou saiu mais cedo, ou teve caganeira e foi embora, sei lá, qualquer coisa desse tipo. Eu, como boa aluna que sou, saí todos os dias depois das 23h00m [tá, confesso, na segunda eu saí do BAR depois das 23h00m!].
Quando foi... acho que na quarta feira... estou eu, feliz, contente e saltitante no ponto de ônibus com mais umas 20 pessoas. Estou ali, olhando o movimento e esperando o meu busum passar quando de repente, e não mais do que de repente, eu percebo um movimento furtivo na rua. Poderia ser uma folha voando, pensei. Mas... que cazzo, nesse dia não tinha vento! Quando meus olhos se acostumam à escuridão e que eu olho com mais profundidade, lá vem ela, nada mais nada menos do que uma BARATA GIGANTESCA!!! Ali, no meio da rua, vindo na direção da calçada!!!
Se fosse apenas isso, talvez eu não teria ficado tão tensa. O problema maior é que a maldita estava vindo NA MINHA DIREÇÃO!!! Vinte pessoas pra ela escolher atormentar, e quem ela escolhe? EU! O restante da população do ponto de ônibus não estava muito aí pra situação, então eu, para não passar por louca desvairada, resolvi me locomover no ponto, ir mais pra cima na rua, na esperança de que ela não me seguisse. E respirei aliviada quando uma menininha pediu para o namorado pisar na dita cuja! Quando olhei novamente, lá jazia a baratinha, ad eternum. Pelo menos assim eu pensei.
O engraçado desse ponto de ônibus que eu fico é que, assim que passa o Term. São Mateus, todo mundo me abandona, e lá fico eu, sozinha e infeliz por pelo menos mais cinco minutos, até que o metrô Penha resolva aparecer. Assim que o ônibus lotou e eu fiquei abandonada no ponto, quando olho para o local de onde o ônibus acabou de sair, qual não foi minha surpresa ao ver, ali, viva, feliz e saltitante... A MALDITA BARATA! Sim, minha gente, a baratinha voltou das profundezas do inferno para mais uma vez tentar me assustar, e dessa vez eu estava sozinha, ninguém num raio de 2 kilômetros poderia me defender.
E lá vem a maldita, andando na minha direção. Eu podia até escutar o "você acha que eu sou uma barata qualquer, pra morrer de pisada?". E eu olhando pro chão, pra saber onde a infeliz estava, e na direção da rua, pra ver se o busão despontava lá longe. Nem deu dois minutos de tormento, o busão surgiu no horizonte. Minha esperança! E a baratinha vindo, aos pulinhos, na minha direção. E eu com medo, muito medo. Quando o ônibus chegou no ponto, eu ainda dei uma última olhadinha, porque... vai que ela resolve entrar no mesmo ônibus que eu??
O motorista ainda me perguntou "tá tudo bem, deixou cair alguma coisa?" e eu "não, tá tudo bem, tive a impressão de ter visto algo só..."
Sei que, de pavor de encontrar outra baratinha no ponto, abandonei a aula mais cedo ontem e peguei carona com meu irmão. Aí chego em casa, conto essa história pra minha mãe e ela diz: "você num ponto de ônibus mal iluminado, sozinha, a uma hora dessas da noite e fica com medo de uma baratinha??? e se aparece um ladrão?"
Ah, gente, sei lá. O ladrão simplesmente vai pegar minhas coisas e tchau. A barata vai me morder. Eu odeio barata!

Bichinho nojentinho! Urgh!
É incrível como as coisas mais surreais tendem a acontecer na minha presença. Na verdade não tããão surreais quanto as que acontece com a Cafê ou a Niqui, mas surreais mesmo assim. Essa semana estou saindo da facu e voltando sozinha pra casa porque teve dias que meu irmão não teve aula ou saiu mais cedo, ou teve caganeira e foi embora, sei lá, qualquer coisa desse tipo. Eu, como boa aluna que sou, saí todos os dias depois das 23h00m [tá, confesso, na segunda eu saí do BAR depois das 23h00m!].
Quando foi... acho que na quarta feira... estou eu, feliz, contente e saltitante no ponto de ônibus com mais umas 20 pessoas. Estou ali, olhando o movimento e esperando o meu busum passar quando de repente, e não mais do que de repente, eu percebo um movimento furtivo na rua. Poderia ser uma folha voando, pensei. Mas... que cazzo, nesse dia não tinha vento! Quando meus olhos se acostumam à escuridão e que eu olho com mais profundidade, lá vem ela, nada mais nada menos do que uma BARATA GIGANTESCA!!! Ali, no meio da rua, vindo na direção da calçada!!!
Se fosse apenas isso, talvez eu não teria ficado tão tensa. O problema maior é que a maldita estava vindo NA MINHA DIREÇÃO!!! Vinte pessoas pra ela escolher atormentar, e quem ela escolhe? EU! O restante da população do ponto de ônibus não estava muito aí pra situação, então eu, para não passar por louca desvairada, resolvi me locomover no ponto, ir mais pra cima na rua, na esperança de que ela não me seguisse. E respirei aliviada quando uma menininha pediu para o namorado pisar na dita cuja! Quando olhei novamente, lá jazia a baratinha, ad eternum. Pelo menos assim eu pensei.
O engraçado desse ponto de ônibus que eu fico é que, assim que passa o Term. São Mateus, todo mundo me abandona, e lá fico eu, sozinha e infeliz por pelo menos mais cinco minutos, até que o metrô Penha resolva aparecer. Assim que o ônibus lotou e eu fiquei abandonada no ponto, quando olho para o local de onde o ônibus acabou de sair, qual não foi minha surpresa ao ver, ali, viva, feliz e saltitante... A MALDITA BARATA! Sim, minha gente, a baratinha voltou das profundezas do inferno para mais uma vez tentar me assustar, e dessa vez eu estava sozinha, ninguém num raio de 2 kilômetros poderia me defender.
E lá vem a maldita, andando na minha direção. Eu podia até escutar o "você acha que eu sou uma barata qualquer, pra morrer de pisada?". E eu olhando pro chão, pra saber onde a infeliz estava, e na direção da rua, pra ver se o busão despontava lá longe. Nem deu dois minutos de tormento, o busão surgiu no horizonte. Minha esperança! E a baratinha vindo, aos pulinhos, na minha direção. E eu com medo, muito medo. Quando o ônibus chegou no ponto, eu ainda dei uma última olhadinha, porque... vai que ela resolve entrar no mesmo ônibus que eu??
O motorista ainda me perguntou "tá tudo bem, deixou cair alguma coisa?" e eu "não, tá tudo bem, tive a impressão de ter visto algo só..."
Sei que, de pavor de encontrar outra baratinha no ponto, abandonei a aula mais cedo ontem e peguei carona com meu irmão. Aí chego em casa, conto essa história pra minha mãe e ela diz: "você num ponto de ônibus mal iluminado, sozinha, a uma hora dessas da noite e fica com medo de uma baratinha??? e se aparece um ladrão?"
Ah, gente, sei lá. O ladrão simplesmente vai pegar minhas coisas e tchau. A barata vai me morder. Eu odeio barata!
