sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Stop

Eu quero parar.

Parar de ver as coisas de uma forma cor de rosa, parar de acreditar, parar de imaginar que é tudo ilusão de ótica, e que mais cedo ou mais tarde a verdade aparecerá. Quero parar de querer.

Parar de sonhar, parar de pensar, parar de ceder, parar de aceitar, parar de falar, parar de ouvir, parar. Parar de ser o que eu sou, parar de ser a que é vista. Parar de ver o que eu vejo todas as vezes, parar de me importar. Parar de tentar esquecer. Parar de lembrar.

Eu quero parar de sentir, parar de chorar, parar de rir à toa, e depois chorar de novo. Quero parar de achar que o mundo gira ao meu redor, parar de achar que o mundo gira ao seu redor, quero parar de associar todas as coisas que vejo, leio, penso, respiro.

Quero parar de estar perto, quero parar de ser presença, quero parar de me ausentar, parar de disponibilizar. Parar de oferecer, e parar de recusar. Quero parar, apenas.

Parar e perceber que nada faz sentido mais, que não há mais o porquê, não há mais a dúvida, não há mais o receio. Tudo morreu, e eu queria apenas que o sentimento morresse em mim. Mas ao mesmo tempo que eu quero tudo... eu não quero mais nada.

Quero deitar, dormir e, quando acordar, esquecer.

É pedir muito?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Apenas um vídeo



Estava eu preparando uma palestra motivacional, quando, de repente, me deparei com o vídeo acima. Assista, se você ainda não assistiu ou, se você assistiu apenas a versão feita pelo Bial.
Acontece que esse vídeo marcou um momento da minha vida. Foi quando estava na faculdade, no último dia de aula de Psicologia do Desenvolvimento II, e nosso grupo iria apresentar um trabalho sobre formação de grupos na escola. Como éramos o último grupo a apresentar o último trabalho da última aula que teríamos naquele semestre, ao final resolvemos colocar esse vídeo. Uma mensagem para a turma. Algo que fizesse todo mundo pensar e sentir sobre coisas que estávamos passando. Não tinha a ver com o conteúdo do nosso trabalho, mas sim, da nossa vida. Éramos futuros psicólogos, ou psicólogas (em maioria), estávamos passando boa parte da nossa vida ali, éramos jovens. Tínhamos sonhos, expectativas.
Aprendemos muita coisa ali.

Aquele semestre estava marcado pois algumas pessoas iriam nos deixar. Um acadêmico que jogava basquete tinha sido contratado por outra cidade e tinha que se mudar. Uma acadêmica nos deixaria para ir pros EUA trabalhar de babá por 2 anos (e não se formaria conosco mais). Outra acadêmica iria mudar de cidade.

Quando terminamos de passar o vídeo, algumas pessoas choravam na sala. O nosso grupo sempre fazia trabalhos que mexiam com as pessoas, aquele era o primeiro semestre que eu passaria com essa turma (pois antes eu estudava em outro horário) e já estávamos provocando muito, logo os professores estavam querendo mandar a gente fazer trabalhos para demonstrar nosso "jeito".

E eu sinto saudades dessa turma, com quem aprendi muito, com quem joguei muito, cantei, brinquei, briguei e... é, eu estudei!
Sinto saudades desse tempo e por vezes tenho a sensação de que foi o melhor tempo da minha vida inteira!
Espero estar enganada.

Mas lembro com muita, muita saudade...

P.S.: eu sempre usava filtro solar! Em SP tinha parado de usar, mas estou retornando com o hábito...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Au bai maaaaaaaaiiiiiseeeeeeeellllf!



É, gente, esse vídeo é mesmo... a dura realidade de mulheres à flor da pele!

Não, eu não levei nenhum fora nos últimos dias.
Não, eu não estou mais na merda - leia-se "apaixonada".
Não, eu não estou na TPM.
Sim, eu estou mais sentimental do que nunca pois, mesmo a cena da novela em que todos choram a morte de alguém que eu sei que é de mentira pois a personagem não morreu, eu me esbaldo de chorar.

Sim, eu já perdi a conta de quantas vezes assisti Amèlie Poulain e, mesmo assim, eu ainda choro em algumas cenas.

E, não, eu ainda não tenho o DVD do Diário Secreto de Bridget Jones, eu tenho apenas o segundo DVD "Bridget Jones além do limite da razão". Portanto, se alguém quiser me dar o primeiro, eu aceito de bom grado!

Sim, eu preciso de amigos. Não, não tenho feito nada para conseguir isto. Pelo contrário... Cada vez me isolo mais!

domingo, 6 de setembro de 2009

Supermercados e suas filas

Sempre que vou ao supermercado eu costumo ir ao caixa com menor fila, como todo mundo faz. Mas os caixas rápidos costumam ter filas únicas, e, costumam ser palco de verdadeiros espetáculos.
É muito comum acontecerem coisas estranhas quando essa que vos escreve, está numa fila de supermercado!
Já me chamaram pra ir pra FORRÓ, pra ir tomar cerveja, já me contaram segredos, enfim, já aconteceu muita coisa. E eu, observadora que sou, costumo ficar de olhos arregalados e orelhas em pé nesses momentos, pois vejo muita coisa acontecer! Aqui, como estou numa nova cidade, eu observo ainda mais!

Uma coisa que observo aqui em Curitiba, pelo menos no mercado que eu costumo ir perto de casa, é que no caixa rápido as pessoas têm o péssimo hábito de colocar a cestinha no chão e ir empurrando com o pé. No começo eu achava isso tão horrível e acho que olhava com cara de desprezo pras pessoas. Até eu perceber a plaquinha acima que, ao invés de especificar 10 ou 20 ou 30 volumes ao máximo, especifica "somente cestinhas", o que obriga todo mundo a pegar cestinhas, mas muitas das vezes elas estão tão carregadas de mercadoria que não compensa segurar, então se coloca no chão e vai empurrando! Enfim, é um hábito RIDÍCULO mas que eu já estou pegando! hehehe Fazer o quê, é isso, ou é pegar um carrinho e ter que enfrentar a fila do caixa "normal" que SEMPRE demora mais, não sei o porquê, mas as pessoas costumam demorar muito na hora de pagar. É algo estranho.

Pois bem, esse post não era pra ficar falando disso, na verdade... Eu ia comentar que eu presencio alguns diálogos que me chamaram a atenção. Um deles, era de uma guria falando com um guri, que presumi que era um amigo e não um namorado:

Amigo: Cara, eu tô precisando.
Guria: Nem me fale! Eu tô precisando mais que você!
Amigo: Ah, mas vc fica aí escolhendo... Se vc quiser [dar umazinha] vc consegue fácil fácil! Difícil sou eu, que não chove na minha hora faz tempo!
Guria: Pois é, acontece que... Eu conseguiria sim, mas eu descobri que quando rola [um sexo] eu tenho vontade de amar. E, então, eu olho pra pessoa e descubro que eu não sinto nada por ela. E estou cansada disso.

Bem, a conversa continuou, eles falavam por "códigos" e baixinho, naquela fila interminável, e eu só "de butuca" [como se diz aqui] ou, "uchando" a conversa alheia! hehehe

Outra conversa que me chamou a atenção, era de dois amigos, falando de uma ex:

Amigo 1:  ah cara, to falando com ela
Amigo 2: é, ela tá bem melhor agora...
Amigo 1: é... e tudo que ela não fazia qdo a gente tava junto, ela faz agora... tá assistindo filme de terror, tá curtindo futebol, tá saindo pro mesmo tipo de balada que eu queria e tals...
Amigo 2: é, isso é, se vcs estivessem agora juntos vc não ia ficar reclamando TANTO qto naquela época!
Amigo 1: é, cara... ela tá exatamente do jeito que eu queria
Amigo 2: só que agora ela não te quer mais.
Amigo 1: foda.

E a conversa meio que parou por ali, senti um clima meio tenso no ar, até deu vontade de entrar no meio da conversa e tals! Mas, uma coisa é certa, o povo aqui é muito esquisito! Digamos que, enquanto em Sampa aconteciam coisas bizarras COMIGO nas filas, aqui eu presencio conversas estranhas, mas que pelo menos me fazem passar o tempo da fila distraída escutando as conversas alheias! HAHAHA!

Agora, me digam, essas conversas não eram para ficar gravadas na mente de qualquer um? O que vcs pensariam? Eu fiquei com a mente viajando quando vi essas coisas...

ADENDO PÓS POST:  Na verdade, a ideia era que vocês colocassem nos comments a continuação pra esses diálogos se fossem com vcs! Vou começar! ;~)

domingo, 30 de agosto de 2009

E você, usa a madrugada para quê?

Dormir. Porque é o meu primeiro gosto de nascença. Quando bebê, como todos os bebês, eu adorava dormir. E se tem uma coisa que sempre me impede de sair para grandes badalações e festas e pans, é o sono. Pensar que eu vou perder pelo menos 90% do dia seguinte repondo o sono já me dá preguiça. Não, eu gosto de dormir, prefiro isso, obrigada.

Ler. Compulsivamente. Seja livro, seja blogs, seja o jornal do dia anterior e suas análises políticas. E incrível, não sinto sono. Já terminei grandes livros em dois, três dias, graças a essa mania de ler na madrugada. Não dói no dia seguinte, não fico morrendo de sono, mas sonho com muitas das coisas que eu li. E ler na madrugada, muitas vezes me leva a...

Escrever. É a melhor hora para isso, não tem jeito. Os melhores textos e artigos que eu escrevi em minha vida, foram criados na madrugada. Geralmente acompanhado de alguma bebida alcólica, ou algum pensamento que martelou o dia inteiro em minha mente. O que me leva a outra coisa que eu adoro fazer:

Beber. É deprimente, já que não tem nada mais divertido do que beber com os amigos e compartilhar histórias constrangedoras ou pelo menos engraçadas, sempre na mesma mesa de bar. Mas eu gosto e muito de beber em casa, pela praticidade [se por acaso eu ficar bêbada, já tô do lado da minha cama e de um banheiro LIMPO, muito importante isso, people!] e pela economia [coloco um saco de pipoca no microondas e pronto, tenho petisco. Além de que, hello? hoje comprei 12 latões de Itaipava por 13 reaus! isso mesmo, 13 REAUS! O Extra do Shopp Itaquera acaba de ganhar uma cliente cativa!].

Conversar. A maioria das vezes, claro, comigo mesma e com meu amigo imaginário. Uma boa parte das grandes decisões que eu tomei na minha vida foram em conversas aleatórias na madrugada. Quando converso com outras pessoas, geralmente elas me dão uma luz nessa vida de merda que eu levo de ficar acordada na madrugada, na net, criando pautas e escrevendo textos non sense em blogs abandonados.

Conhecer músicas novas. O download de hoje foi Juliette and the Licks. Faz um ano que falaram dela para mim, mas eu sou assim... atrasada!

Pensar. Deveria fazer isso em outros horários do dia também, mas né?

NÃO uso a madrugada para...

Fazer amigos. Geralmente as pessoas que eu conheço de madrugada são aquelas que eu vou querer conviver [se é que eu vou querer "conviver"] apenas na madrugada. De noite todo gato é pardo, sabe? Se é pra ser meu amigo, melhor me conhecer à luz do dia, quando eu estou mais crítica com relação às pessoas. Na maior parte das vezes, se você me conheceu na madrugada, eu estava fingindo ser uma pessoa legal, apenas para suportar uma noite sem dormir.

Conquistas. Se for pensar bem, não uso a madrugada, a manhã, a tarde...

Resolver problemas sérios de relacionamento. Por uma questão óbvia. Geralmente depois da pendenga resolvida, a pessoa vai dormir, eu também, e quando acordamos ficamos sempre com aquela sensação de "será que eu só encerrei o assunto pra poder dormir logo?" Prefiro resolver durante o dia, melhor.

[costumo não usar a madrugada para outras zilhões de coisas. até mesmo porque, o que eu mais gosto e sempre gostei mais de fazer é dormir. é isso que vou fazer agora.]

sábado, 8 de agosto de 2009

Novela

Hoje eu decidi ver a novela. Qual? A que as pessoas vivem me mandando assistir mas eu não consigo, não gosto! Masssss.... como já fui "obrigada" muitas vezes a assistir a novela da Globo "Caminho das Índias" quando estava na casa de uma ou outra amiga, hoje resolvi assistir e já sabia de boa parte do enredo.

As pessoas têm criticado muito as novelas hoje em dia. Hoje mesmo, li uma reportagem que diz que a audiência da tv no Brasil caiu bastante, principalmente no horário "nobre", repleeeeto de novelas! Acontece que eu acho que não se fazem mais novelas como antigamente. A questão maior, no meu humilde ponto de vista de uma pessoa que já não assiste novela há muito tempo mas que cresceu vendo novelas e quando criança assistia a todas, sabia os nomes de todas, e nomes de tudo quanto é artista de novela, então, pois bem, a questão, do meu ponto de vista, é que os enredos não conseguem mais capturar a atenção das pessoas. Aquela coisa de "quem matou Odete Róitman?" [não sei se se escreve assim, mas enfim, está entendido, certo?] não existe mais! Não se consegue mais fazer uma trama tão legal quanto as que existiam antes!
Não sei se é culpa do público, que talvez estivesse mais crítico ou com questões outras que a tv conservadora não consiga captar. O que eu acho, é que mesmo eu já tendo visto alguns capítulos de Caminho das Índias e, no meu último local de trabalho, às vezes eu via trechos da novela Caras & Bocas, acho que nenhuma dessas novelas consegue causar aquela coisa de "qual será a cena do próximo capítulo?".

Por mais que novela seja sempre do mesmo jeito, que vc assista um capítulo e já saiba de todo o desfecho, por mais que sempre tenha sido assim, as novelas antigamente conseguiam provocar na população aquela apreensão, aquela curiosidade, do que iria acontecer! Lembro de uma novela [não lembro agora o nome, talvez vcs lembrem] que, se não me engano, foi a primeira que mostrou um casal de homens homossexuais, e que no final tinha que se descobrir quem tinha matado "alguém" e lembro que só se falava nisso, todo mundo ficava discutindo sobre isso, e a novela dava muita audiência!

Hoje em dia, o que vc vê na novela?

Vc vê gente bonita, bem maquiada, desfrutando de uma vida com privilégios fora da realidade, e que como trama ou, como eu aprendi no teatro, a ficção criada na novela, não é capaz de fazer as pessoas ficarem com aquela curiosidade sobre os próximos capítulos! Hoje vc assiste novelas com muita gente bonita e famosa, mas que não consegue interpretar direito, ou que não tem bons diálogos e bons desfechos a apresentar. Simplesmente, pelo que eu vejo, as pessoas assistem novela por hábito, ou por não terem coisa melhor pra fazer naquele horário, mas não pela QUALIDADE daquela obra ficcional!

Mas hoje, eu resolvi assistir a novela, porque meu irmão ia assistir e essa novela ele gosta de ver esta das 9h. Reparei que a Globo decidiu colocar o melhor time de atores que ela dispunha, retomou o Lima Duarte junto com o Tony Ramos, colocou o... ai, qual o nome dele, aquele da Escolinha do Professor Raimundo, sabe? Então, colocou ele. Colocou muitas atrizes boas. Até a Débora Block a Globo ressuscitou! Sim, depois do baile que a Record conseguiu dar na Globo pela novela que falava dos mutantes [essa sim, eu via o povo o tempo inteiro debatendo, mas nunca vi nenhum capítulo], a Globo decidiu apostar nos seus melhores atores e está tentando fazer uma novela muito boa que demonstre que eles é que manjam de novela! E, acho que estão conseguindo, embora que eu não fique acompanhando os números do Ipobe.
Pois bem, acontece que, tendo eu assistido a vários capítulos, tendo inúmeras críticas à forma como a novela expõe o caso do rapaz esquizofrênico - eu diria que ele está interpretando muito bem sim, mas as informações passadas não condizem exatamente com o modo como ocorre na vida "real", em grande parte, mas já tá dando uma ajuda pra quebrar um pouco o estigma dos "loucos" - poderia dizer que hoje, pela primeira vez, ela conseguiu provocar em mim o desejo de saber o que vai acontecer no próximo capítulo. Isso, depois que descobriram as diversas identidades de uma psicopata da novela. Eu poderia dizer que foi a primeira vez que me provocou o desejo de saber como vai ser o desfecho da história e tudo mais.

Isso é que é fazer novela! Não tem a menor graça ficar mostrando a Índia nem qualquer barbaridade que se queira vender. Afinal, eu acho um verdadeiro ABSURDO eles ficarem dando tanta ênfase à culturas orientais, tentando mostrar a Índia e na época do O Clone tentaram mostrar o islamismo e tudo mais, enquanto que no nosso país temos culturas muito mais legais e que com certeza nos fariam amar muito mais a nossa terra do que essa baboseira das Índias. Eu acho que eles deviam mesmo, era mostrar a vida e a cultura dos nossos ÍNDIOS, que são nossas verdadeiras raízes e são a cultura que por nós está sendo triturada, em detrimento da cultura americana e agora, por meio dessa novela, da cultura indiana.
Me chamem do que quiser, mas eu acho que a Globo podia sim fazer algo muito mais bacana com a cultura dos nossos índios, e algo que vai além da pura demonstração de "exploração" que fizemos deles.

Bem, é isso. Um pouco de papo furado! Vamos tomar um cafezinho e jogar conversa fora, vâmo?
;~)

domingo, 2 de agosto de 2009

Merda

Eu tentei. Eu juro.
Eu lutei. Eu juro.
Eu quis voar o mais alto que eu podia. Eu juro.
Eu quis dar o chute mais forte da minha vida. Eu juro.
Eu quis estragar toda aquela atração. Eu juro.

Eu fiz de tudo pra provar que era bobagem. Eu juro.
Eu tentei de todas as formas encontrar todas as desculpas. Possíveis e impossíveis. Eu juro.

Mas acontece que agora já não adianta mais.
Eu juro que eu só penso em você...

"- Como pode alguém sonhar
o que é impossível saber?
- Não te dizer o que eu penso
já é pensar em dizer

e isso, eu vi,
o vento leva!
- Não sei mais
sinto que é como sonhar
que o esforço pra lembrar
é a vontade de esquecer..."*
.
Hoje, eu juro. Que tudo isso que eu jurei pra mim mesma,
Era mentira.
Que eu não fiz nada. Além de arrumar desculpas pra mim mesma.
Eu joguei a linha. E fui tecendo, com você.
Este tecido cheio de sentimentos,
e, hoje,
cheio de saudades.
Você me faz muito bem.
.
Está decretado:
Estou na merda.
Riam! Riam!!!
[e se preparem]
*Trecho de "O vento" - Los Hermanos
P.S.: desaprendi como se incorporam os vídeos direto. Se eu reaprender, insiro aqui procês!